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16 de fevereiro de 2009
Na fila do banco.
O homem andava apressado, atropelando todos que estivessem na sua frente. Furou a qualquer espécie de fila, entregou algo ao seu amigo/comparsa bancário. Na volta, girava a língua para fora da boca, num semblante que era misto de 'sua gostosa' com 'eu sou malandrão'. Tive de perdoá-lo por suas selvajarias - ele usava um mocassim prateado.
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30 de janeiro de 2008
Tentando contato.

Vontade de escrever, porém falta a velha inspiração. Você até pode julgar que para tamanha besteira não há necessidade de inspiração, mas acredite: precisa de muita.
Descobri que definitivamente sou um extraterrestre e não pertenço a essa cidade.
Eu não quero jamais me sentir
Como me senti naquele dia.
Me leve para o lugar que eu amo,
Me carregue durante todo o caminho...
É difícil de acreditar que não existe ninguém lá fora.
Red Rot – Under the brigde – a clássica dos luaus.
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